“Enormemente” aliviados pelo bug do milênio não ter ocorrido, nem o mundo acabado, a década de 2000 foi marcada pela popularização dos smartphones, do Youtube, do Facebook, do Marketing Digital.
Com
tudo isso, as audiências das televisões caem e levam com elas as verbas da
propaganda televisiva. Os médios e grandes anunciantes transferem em velocidade
as verbas de TV para novas mídias, e a publicidade tradicional passa a ter o
desafio de não se tornar obsoleta, como acontece com muitos outros setores.
Como
já explicamos, canais de TV locais ainda são uma boa opção de propaganda e mesmo empresas pequenas e médias podem anunciar, mas é impossível,
neste cenário, não sentir a concorrência com o dinâmico mundo digital.
Nem
sempre foi fácil, mas alguns exemplos se destacam e deixam claro o enorme
talento das pessoas que fazem este incrível mercado publicitário acontecer.
Continue acompanhando para ver a 5ª e última parte desta nossa série especial
sobre a História da Propaganda de TV no Brasil, desta vez os anos 2000!
Início do Youtube
O Youtube foi criado em
fevereiro de 2005, por Chad Hurley e Steve Chen, dois funcionários de uma
empresa de tecnologia situada em São Francisco, EUA. O site surgiu em virtude
do inconveniente que era compartilhar arquivos de vídeo, já que estes eram
muito grandes, o que dificultava O site permite que os usuários coloquem seus
próprios vídeos na rede, sendo visualizados por qualquer pessoa no mundo
inteiro. O Youtube utiliza o formato Macromedia Flash para reproduzir os
conteúdos, além de permitir que usuários coloquem os vídeos em seus blogs e
sites pessoais. Todo o potencial do Youtube foi reconhecido pela revista
americana Time, que elegeu o site como a melhor invenção de 2006.
A Popularização do Facebook
O ano de 2012 foi de consolidação do
Facebook no Brasil. Já em janeiro, o site criado por Mark Zuckerberg
ultrapassou o Orkut como a rede social mais acessada do país. Ao decorrer do
ano, a vantagem se consolidou e raros são os usuários que preferem o Orkut ao
Facebook.
Os números da rede social impressionam. O
Facebook chegou a
1 bilhão de usuários no mundo. E
o Brasil acabou conseguindo destaque dentro do site. Pesquisas apontaram que os brasileiros são
os que mais compartilham conteúdo online e é o povo mais ativo na rede social.
O
surgimento do marketing digital
O surgimento do marketing digital se deu
juntamente com a internet nos anos 1960, porém só começou a crescer de maneira
absurda após a década de 90, pois foi quando a população começou a ter mais
acesso à internet tanto em suas casas como no trabalho.
Com este aumento de usuários e do acesso
à internet, surgiu o comércio eletrônico (leilões online, compras eletrônicas e
marketing direto), além de blogs e redes sociais, o que foi considerado um prato cheio para que as
empresas pudessem divulgar seus produtos de forma que o cliente venha até elas.
No Brasil, o Orkut foi a primeira rede social a ser utilizada como ferramenta de marketing, agora substituída pelo Facebook, Instagram e Twitter. Já os blogs possibilitaram que as empresas enriquecem a internet com conteúdos voltados para seus produtos, de forma a induzir o usuário a ter curiosidade sobre o produto vendido e demonstrar para o mesmo as vantagens que ele terá ao adquirir aquele determinado produto ou serviço.
Nos anos 90 surgiram portais como o MSN,
Yahoo e AOL, que serviam como motores de busca. Na mesma década, a Amazon
vendeu seu primeiro livro e o e-mail passou a ser de uso comum, estimulando as
primeiras campanhas de e-mail marketing. Ainda na mesma década, surgiu o
Google, a ferramenta de busca mais utilizada no mundo, e junto com ela o SEO,
utilizado no marketing digital para otimizar conteúdos e sites, de forma que ao
digitar o que deseja no Google, o usuário/ cliente possa ver na primeira página
exatamente o que buscou, clicando no site da empresa que utilizou a estratégia
de marketing digital para divulgar seu produto, tudo isso sem “correr” atrás de
clientes, pois foi o cliente que buscou a informação.
O marketing digital veio com o objetivo de ser menos invasivo e mais
receptivo, fazendo com que o cliente encontre a empresa da forma mais natural
possível, para que obtenha o produto que deseja sem se sentir invadido por
propagandas.
A Evolução do Consumidor - NeoAssist
Quando
o estudo do Marketing foi iniciado, o mais importante era a
produtividade e poder oferecer algo a todos que quisessem comprar. Neste
momento não havia preocupação alguma com a satisfação dos compradores (veja que
até aqui estes não eram propriamente tratados como clientes) pois a diversidade
ofertada e até mesmo o número de concorrentes era infinitamente menor aos dias
de hoje.
Ora,
caro Administrador, você já deve ter ouvido falar da famosa frase dita por
Henry Ford que resume muito bem esta etapa do Marketing: “Qualquer cliente pode
ter o carro da cor que quiser, desde que seja preto”.
E
então, em resumo, o Marketing 1.0 assim como no Fordismo tinha o objetivo de
padronizar os produtos e eliminar desperdícios otimizando seus processos para
poder oferecer um preço acessível ao maior número de pessoas possível.
Marketing 2.0 – Era do foco no
Consumidor
Podemos
dizer que a evolução do Marketing para esta segunda etapa se deve à evolução da
informação.
Com
o acesso às informações, o consumidor passou a ter a possibilidade de comparar
preços, marcas e buscar os produtos que atendem melhor suas necessidades.
Foi
nesta etapa que as pessoas passaram de meros compradores à clientes e as
empresas precisaram segmentar melhor seu público-alvo, pois a massa não mais se
satisfaz com produtos básicos e genéricos.
Foi
nesta era ainda que a Qualidade passou a ser vista também como uma área de
investimento visando o diferencial.
Marketing 3.0 – Era do foco nos
Valores
O
Marketing 3.0 possui um conceito muito recente e
acumula o foco no consumidor aliado aos desejos, valores e espírito humano com
um senso de comunidade e sustentabilidade.
O
objetivo desta era mercadológica é oferecer soluções para os anseios da
sociedade tratando cada cliente como ser humano pleno (mente, coração e
espírito) disposto a vivenciar experiências, e não mais somente consumir um
produto ou serviço.
Algo
muito forte dentro do Marketing 3.0 é o conceito da diferenciação de cada
empresa por sua missão, visão e valores e como ela pode contribuir para uma
sociedade melhor.
Este
conceito é influenciado pela:
Era da participação: Marcada pela grande
expansão das mídias sociais, esta era se baseia no quanto as pessoas hoje são
facilmente conectadas às outras e como as informações circulam facilmente
levando notícias, entretenimento e ideias.
Era do paradoxo da
globalização:
É quando as decisões empresariais são fortemente influenciadas pelo
comportamento do consumidor, sabendo que estes vivem em diferentes culturas,
economias e ambientes. Empresas que estão empenhadas em praticar o Marketing
3.0 devem estar muito atentas aos desejos e valores comunitários relacionados
aos seus negócios.
A era da sociedade
criativa:
Uma das características mais fortes na era da sociedade criativa é que as
pessoas acreditam na autorrealização.
Marketing 4.0 é consequência da revolução digital.
Marketing
4.0 - Kotler, "o CARA do Marketing"
Existem 3 mudanças que marcam a migração para o
marketing 4.0: O Google, as Redes Sociais e a Economia Compartilhada.
GOOGLE
Não só o Google, mas todos os motores de busca
revolucionaram a forma em que as pessoas buscam por informações, produtos e
serviços. Hoje, sempre que uma dúvida aparece, logo, pegamos nossos smartphones
e buscamos respostas. Por isso é fundamental entender como os clientes buscam
na internet, quais dúvida eles possuem sobre os seus produtos e serviços, criar
conteúdo e entender o fundamental sobre marketing digital.
REDES SOCIAIS
As redes sociais também permitiram ainda mais
impulsividade, conectividade e agilidade. Agora, os grupos sociais são
reproduzidos online e as preferências pessoais puderam ser expostas e
compartilhadas numa escala nunca antes imaginada.
Os canais criados pelas redes sociais permitiram o
nascimento dos influenciadores digitais, pessoas reconhecida em suas
comunidades virtuais que possuem influência nos comportamentos e impulsionam
marcas, produtos e serviços.
Os antigos meios de informações, televisão, rádio e
tv a cabo. Já não atinge grande parte do público jovem e as marcas estão tendo
que se adaptar. Aprendendo a construir novas formas de confiança em novos
canais de comunicação.
ECONOMIA COMPARTILHADA
A internet possibilitou o surgimento de aplicativos e
empresas que oferecem desde um noite na casa de alguém até uma carona paga. Em
tudo o que você precisa, há uma ferramenta digital para ajudar.
Hoje vivemos a era da economia compartilhada, onde
serviços inovadores são lançados todos os dias. AirBNB, Uber e iFood são exemplos comuns de empresas que
revolucionaram seus segmentos tradicionais de mercado. A boa comunicação com o
consumidor, que agora faz parte da economia, é de suma importância no novo marketing
4.0.
A propaganda no Século XXI: panorama
do início do novo milênio
O final do século XX foi marcado
pela globalização, comunicação de massa, tecnocracia da sensualidade, vários
planos econômicos fracassados... Inflação altíssima e grandes evoluções no
comportamento de compra das pessoas. Mas aconteceram coisas boas... já nos 45
minutos do segundo tempo surgiu o auto-serviço no varejo, a tecnologia da
informação avançava a cada dia e a internet já era uma realidade a ser
consumada e consumida. Enfim, todo esse movimento levou os consumidores a
se tornarem mais seletivos e exigentes.
Os estudos da “Comunicação
Integrada” preconizados nas salas de aula das Universidades de Comunicação
(ECA/USP, ESPM, FGV, UFF) anunciados no fim do milênio ganham força através da
união do Marketing + Publicidade
Vivíamos a era da informação, a
tecnologia era o grande filão. Nesse período, ocorreram também no campo
teórico, um novo conceito, baseado na satisfação de necessidades e desejos.
Os publicitários incorporaram de vez
a ideia de que a publicidade além de Criativa, em sua essência, só funciona em
sua plenitude se gerenciada em conjunto com o Marketing, adicionando outros
itens do planejamento mercadológico, como o desenvolvimento de produtos, as
ações de venda, a distribuição etc.
Esse fato permite que em 2000, a
publicidade brasileira se mantenha entre as quatro mais premiadas no Festival
Internacional de Propaganda de Cannes, um dos principais no exterior, e
consolida-se como uma das mais importantes do mundo.
Mas essa mudança exigiu muita luta e
perseverança...
Campanha de Carnaval Skol 2015 - Repúdio nas redes sociais
Campanha de Carnaval Skol 2015 - Reposicionada às pressas
as mulheres, são repostadas por mulheres artistas.
Campanha de Respeito - "Chegar Pegando" - Skol
2018
Campanha 2018 - Carnaval Governo da Bahia
No carnaval
de 2020 a Skol lançou uma série de campanhas bem preparadas
Um
carnaval Paulistano sem chuva é o que promete a Skol em ação poderosa chamada
“Giro na chuva”. A ideia é manter os temporais localizados na região
cantareira, permitindo que outras regiões fiquem livres do fenômeno natural.
Isso
será possível devido a uma tecnologia especial. Um avião sobrevoou a área
aplicando gotículas de água, acelerando o processo natural de crescimento
vertical da nuvem e precipitação.
A
ação ocorreu entre 21 e 26 de fevereiro e será divulgada nas redes sociais da
marca, bem como ganhará uma websérie específica. É importante salientar que a
Skol deixa claro que nada disso produzirá efeitos colaterais para o meio
ambiente.
Como
você pode ver nesse post, as campanhas de carnaval 2020 já estão dando o que
falar Brasil a fora. Seja com objetivos mais sérios ou simplesmente para
divertir ainda mais o folião, todas têm um papel muito claro na construção da
autoridade e credibilidade das marcas envolvidas.
Skol | Giro na Chuva
O
consumidor, agora é chamado de prossumidor
Cada vez mais educado, ciente e
sabedor do que quer. O consumidor do novo milênio aglutina em si essas e outras
características que têm redefinido sua relação com marcas, produtos, empresas.
Ótimo para ele, péssimo para as
companhias que insistem em tapar os olhos e os ouvidos para movimentos
irreversíveis como globalização, multi-competição, evolução da democracia
tecnológica, web colaborativa e convergência de mídias, dentre outros que
vieram para liquidar o marketing da década de 1960 (fundamentado nos 4 Ps).
Afinal, hoje o preço é dinâmico, não
existem mais praças, as promoções são uma pequena parte do negócio de vender e
o produto, até ele, tem seus limites expandidos em função das infinitas
possibilidades de combinação e customização. Tchau 4Ps.
No fundo, o que este consumidor
espera é a repaginação completa do pacote de valor oferecido pela empresa,
englobando desde os processos transacionais em si, até questões mais amplas,
como valores e princípios corporativos, práticas gerenciais (ex. governança
corporativa, sustentabilidade, etc) e disponibilidade para o diálogo, o que
presume, em essência, construir nas empresas o hábito e a capacidade de falar,
ouvir, analisar, responder, atender, melhorar, etc.
A era dos publicitários glamourosos
tende a acabar. Reflexos da primazia do consumidor ativo, comparativo,
alimentado instantaneamente pela informação que precisa e ele mesmo gerador de
mídia.
O branding responsável é um elixir
estratégico de solidez das empresas no longo prazo, porém só ele não basta. O
papel do branding passa por fortalecer a reputação, um ativo intangível
altamente relevante. Entretanto, as marcas precisam se relacionar com os
consumidores, captar sua atenção, encantar, vender, fidelizar.
Aqui, a comunicação e,
especificamente a propaganda e todas as suas armas, devem ser, cada vez mais
pensadas em termos de resultados tangíveis, portanto, mais dirigidas,
contextualizadas e mensuráveis. E isso ainda é incômodo para muitos
profissionais que trabalham com elas.
A campanha da real beleza Dove, em 2014 comemorou 10 anos.
Uma luta incansável.
Nesse novo cenário, o Marketing de
Reputação muda de formato. Não serão mais apenas a agência ou o departamento de
marketing os responsáveis pela construção da imagem corporativa e do
posicionamento da marca. Construir uma marca será tarefa das mais árduas, pois
não admitirá arrogância, será participativa e não se dará em uma tacada só, em
uma grande campanha de mídia televisiva em horário nobre.
Construir a marca será obrigação de
todos os envolvidos com os diversos canais e pontos de contato da empresa com o
consumidor e a marca valiosa será a resultado do acúmulo de acertos e erros sob
a percepção do cliente. Como dissemos, a internet convergente e móvel
potencializará isso sobremaneira.
A propaganda de massa, em quase
todos os mercados, tenderá a se tornar ineficiente. Isso porque quase não
haverá mais mercados onde há massa. Haverá pessoas e grupos de pessoas
(clusters).
Para atingir o target definido, a
empresa necessitará experimentar estratégias de marketing de relacionamento e
de operações de serviços bem estruturadas, entregando qualidade com justiça. Ou
seja, terá que medir sua boca, alargar seus ouvidos e expor sua verdadeira
alma. Até porque se alargar sua boca, o consumidor apequenará seus ouvidos e
colocará à prova a alma da empresa (sua verdade) nos diversos ambientes
colaborativos e redes sociais que participa. Mentira e falsidade não se
sustentarão.
Mais do que nunca, o sucesso
mercadológico será uma virtude conquistada no longo prazo. Para empresas sem
alma, que não têm verdade a oferecer, restará o ultrapassado alarde, o
exagerado da TV, sempre caríssimos, que, no final do dia, não gerarão nada além
de barulho e desilusões.
Na propaganda do século XXI, o
produto já não é mais protagonista... O protagonismo é do consumidor. O produto
é parte essencial em sua história.
Ação de marketing experiencial da empresa
Natura realizada em 2015:
Ação de Marketing NATURA aeroporto nordeste
A
ação desafiou os consumidores a se unirem por um propósito: para liberar os doces
de uma vending machine colocada num lugar público na Argentina, as pessoas
tinham de dar as mãos. Era o único jeito de acionar os botões, posicionados ao
lado da conhecida vaca símbolo da marca.
O
que os participantes não esperavam é que, depois de iniciada a distribuição de chocolates, a vaca se afastava um pouco mais, fazendo com que
a corrente tivesse que ficar cada vez maior.
outra
ação apresentada é do O Outback
acaba de lançar a “B-Day Chair”, cadeira que dá abraços em aniversariantes.
Criação da Lew’Lara TBWA, a poltrona se conecta ao Facebook por meio de um
tablet acoplado e posta na timeline da pessoa pedindo que os amigos mandem
parabéns. A cada mensagem, o aniversariante recebe um abraço e luzes piscam.
De
acordo com o Outback, a ideia é acabar com a frieza das mensagens de parabéns
nas redes sociais e ainda aproximar amigos que não puderam dar um abraço
pessoalmente.
Além
do abraço, a cadeira também posta fotos da reação do aniversariante ao ganhar o
abraço.
O que mudou
na prática:
|
Século XX |
Século XXI |
|
Consumidor |
Prossumidor |
|
Jornais impressos - Anúncios impressos |
Jornais on line - Anúncios com
interatividade |
|
Revista impressa - Anúncios impressos |
Revista impressa - Anúncios com
interatividade |
|
Ação Promocional – PDV – exibitécnica,
degustação, sampling, liquidação. |
Ação Promocional em Redes Sociais -
abordagem on line - remete ao PDV |
|
Ações de Guerrilha (off) |
Ações de live marketing (off + on) |
|
Patrocínio de Eventos Culturais |
Organizador/Promotor de Eventos |
|
Identidade Visual |
Gestão de Branding |
|
Relevância e impacto Estético das peças
da campanha |
Relevância de conteúdo nas peças da
campanha |
|
Imagem das marcas era formada pela
midia |
Imagem das marcas era formada pela rede
social |
|
A reputação de uma empresa era
mensurada pelo seu capital |
Vivemos a “Era da Reputação” – as
empresas devem ser socialmente responsáveis |
|
O código de Ética era um documento |
O código e conduta e Ética são cobrados
diariamente de todos. |
|
A comunicação era off e on |
A comunicação é ‘onoff’ |
|
A publicidade era mensurada em
resultado de vendas |
A publicidade é mensurada em:
visualizações, clics e taxa de conversão (vendas) |
http://adnews.com.br/adarticlepropaganda-no-seculo-21-trocando-a-massa-pela-alma.html
Atividade da Aula 4:
Bom, você deve estar se perguntando: o que irei analisar? Vocês, juntos irão verificar o teor criativo de ambas as peças, de forma comparativa, sob o ponto de vista:
1 - posicionamento da marca em
relação ao produto/serviço anunciado
2 - posicionamento da marca com o público
(relação ética)
3 - posicionamento do público em
relação a marca
Lembrem-se que vocês estão divididos em grupos. O líder do seu grupo será responsável pela postagem como o seguinte título: Atividade 4 / grupo 00
Lembrem-se que esse é
um trabalho colaborativo de conteúdo próprio e deve ser tratado com muita
seriedade. Cuidado com o plágio. Tenha o cuidado de citar as fontes.


















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