No ano de 1920 o mundo se encontrava em um momento de calma depois da grande tempestade que foi a, naquela época chamada, Grande Guerra. A esperança havia ressurgido e haviam muitas promessas de dias melhores embora grande parte da Europa estivesse destruída, os Estados Unidos representavam, durante esse período a força que os europeu precisavam para reconstruírem seus territórios. Começava o período de euforia, com crescimento econômico motivado pela superprodução e pelo consumo desenfreado.
O liberalismo econômico adotado no mundo capitalista levou a uma superprodução que no seu ápice, em 1929, quebrou a bolsa de valores dos Estados Unidos, trazendo inúmeras consequência ao mundo como, por exemplo, queda nos números de importação e exportação dos Estados Unidos; redução do PIB norte-americano; diminuição dos empréstimos internacionais; decrescimento da produção industrial; falência de empresas e bancos.
Nesse momento os Estados Unidos parava de investir na recuperação europeia e deixava que o continente afundasse em uma grande recessão econômica. Assim, por causa da economia em crise, o desemprego aumentou, o que motivou greves e manifestações sociais. Para conter as revoltas sociais os industriais europeus começaram a financiar grupos extremistas, como os fascistas liderados por Benito Mussolini, na Itália, e os nazistas, na Alemanha, sob o comando de Adolf Hitler. Desse modo começava na Europa as instabilidades que mais tarde levariam à Segunda Guerra Mundial.
No Brasil: Durante essa período a principal atividade econômica brasileira era a exportação do café, tendo como principal exportador os Estados Unidos. Durante a maior parte da década de 20 a produção de café cresceu e prosperou, porém com a crise de 1929, o país americano parou de comprar e houve um super produção de café, que mais tarde se desvalorizou.
Para solucionar o problema do negócio de café, o governo brasileiro comprou as sacas estocadas pelos cafeicultores, aguardando a valorização do preço, para vendê-las quando isso acontecesse, porém essa medida não teve o êxito esperado. A solução foi investir na indústria de base, o que deu início à industrialização brasileira, com o apoio do governo.
A Crise de 1929 e a desvalorização do café enfraqueceram as oligarquias que estavam no poder àquela época, abrindo espaço para que a Revolução de 1930 mudasse a realidade do Brasil com a chegada de Getúlio Vargas ao poder.
Um ponto importante a ser citado é a figura de Joseph Goebbels, o ministro da propaganda de Hitler que cuidou e amenizou a figura do ditador.
No Brasil: Getúlio Vargas mantinha seu poder forte utilizando da mesma estratégia nazista para ganhar popularidade e apoio do povo, propagandas brasileiras datadas da Era Vargas trazem muitas similaridades com as que foram circuladas pelos nazistas e fascistas europeus.
Os anúncios de guerra:




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